‘apoio’
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| 29 de Julho de 2010, às 17:48:02 | Postado há 1 mês e 1 semana atrás |
Depois de breve tempo de reclusão, Ciro Gomes voltou aos noticiários por se encontrar com Dilma Rousseff e, depois de voltar atrás na sua neutralidade na campanha, declarou apoio à campanha do PT. Dizem que Ciro será convidado a participar formalmente da campanha, a pedir votos para Dilma e até a aparecer no programa de TV e rádio da candidata. Em geral, o tom dessas notícias e, especialmente dos comentários como os de Josias de Souza em seu blog no Uol, são de que Ciro não mantém a palavra, pois quando foi preterido por seu próprio partido, o PSB, em prol do apoio a Dilma, ele havia dito que estaria fora da campanha. Ciro seria um homem do “vai e vém”, que dança conforme a música, joga de acordo com as circunstâncias, volátil.
Em que pese as opiniões que cada um de vocês, leitores, tenham a respeito de Ciro Gomes, creio que é preciso cuidado com esse tipo de análise. Não porque esses adjetivos e caracterizações de Ciro sejam falsos. Pelo contrário, é tudo verdade. Mas pelo simples fato de que são a definição de fazer política profissional quando se tem peso eleitoral concreto (eu disse quando se tem densidade eleitoral, então exemplos de políticos com 0% dos votos não desmentem a lógica). O que quero dizer é: políticos são por definição voláteis, moldáveis, dançam conforme a música. Mudam de opinião rapidamente de acordo com as conveniências para suas carreiras. Definir Ciro como sendo assim, como se fosse característica dele e não do sistema político, é ser parcial. É o tipo de meia verdade enganadora, utilizada para direcionar a opinião pública.
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Tags: apoio, Ciro Gomes, inocência, Josias de Souza, Pragmatismo, PSB, Quem guarda os guardas?, Uol
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